Natural de Salvador/BA, Paulo C. Santana, concluiu em 1997 o Curso Técnico em Instrumento com habilitação em Piano pelo Colégio Estadual Deputado Manoel Novaes, onde teve como mestres a pianista Graça Ferreira, Aderbal Duarte (Harmonia) e Sérgio Souto (Improvisação).
Desde de 2009 é graduando do curso de Composição e Regência da Universiadade Federal da Bahia (UFBA), com habilitação em Composição, tendo como mestre o Dr. Paulo Costa Lima.
Bolsista de Iniciação Científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Cnpq), onde realiza pesquisa sobre “A produção dos alunos do Curso de Composição da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia no período entre 1999 e 2009″ sob orientação do Prof. Dr. Paulo Costa Lima.
Vencedor do 2º concurso de composição Prof. Antônio Fernando Burgos Lima na categroria Orquestra Sinfônica com a peça Gantois e finalista na categoria Orquesta de Cordas com a peça O dito pelo não dito (Àwogbé), realizado pela Escola de Música da UFBA. Compôs parte da trilha sonora do documentário Nanook, o esquimó (1922), do pioneiro Robert Flaherty, com acompanhamento musical executado ao vivo pelo Nanook Ensemble no I Festival de Documentário de Cachoeira – CachoeiraDoc 05/11/2010.
Participou de master classes com os professores Jon Appleton, Antonio Borges Cunha, Paulo C. Chagas, Ernst Helmuth Flammer e Felipe Lara.
É membro da OCA, Oficina de Composição Agora. Um grupo de música, uma associação que produz, registra e divulga arte.
Em sua trajetória no cenário da música popular baiana já dividiu palcos e gravações com alguns artistas locais, dentre eles podemos destacar:
“Luiz Caldas, Gerônimo, Gilmelandia, Cheiro de Amor, Pimenta N’ativa, Márcia Short, Peu Meurray, Ramon Cruz, Wil Carvalho, André Lellis, Rafael Pondé, entre outros.”
Desde de 2008, vem ministrando aulas de Piano Popular para iniciantes no Núcleo Moderno de Música.